Regulamento 2017

REGULAMENTO A SER SEGUIDO PELA COPA MXF RIO VALE DO CAFÉ 2017

CAPÍTULO I – ORGANIZAÇÃO GERAL

Art. 1 – O presente regulamento é válido para COPA MXF RIO VALE DO CAFÉ DE ENDURO DE REGULARIDADE, ano de 2017.

Art.2 – Todas as provas serão realizadas nos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, e serão provas para formar novos adeptos para a pratica do esporte.

Art. 3 – O REGIONAL será organizado, exclusivamente, pelas cidades relacionados no Art. 9o. Parágrafo 1º

Art. 4 – O REGIONAL será disputado na modalidade de Enduro de Regularidade, com pilotos Master, Sênior, Júnior, Over 50, Novato , Dupla. Correndo individualmente com motocicletas de livre cilindrada. As provas poderão ser diurnas, noturnas ou diuturnas.

Art. 5 – As provas serão realizadas nas datas fixadas no calendário constante ao final do presente regulamento.

Art. 6 – Este regulamento vigorará a partir da data da primeira prova da copa.

Art. 7 – Os casos omissos deverão ser dirimidos através de consulta ao Regulamento Geral de Enduro de Regularidade 2017.

CAPÍTULO II – DAS FINALIDADES

Art. 8 – Desenvolver e difundir o esporte (Enduro de Regularidade), propiciando condições aos pilotos de adquirirem maiores conhecimentos técnicas. Propiciar também a estes pilotos a possibilidade de participação em um maior número de provas, a custos inferiores, melhorando o seu índice técnico, bem como de graduação na Copa MXF Rio.

CAPÍTULO III – DOS ORGANIZADORES

Art. 9 – A organização de cada etapa do REGIONAL deve eleger uma sede ou local apropriado para receber as inscrições da copa e ainda proceder ao sorteio de ordem de largada e premiação ao final da prova, não sendo obrigatório que tudo ocorra no mesmo local.

9.1- Participam como organizadores as seguintes cidades:

Estreante (categorias dupla, novato e estreante)
A definir

Campeonato

1º QUATIS 12 /02 Abertura

2º SANTA RITA DE JACUTINGA 12/03

3º ALEM PARAÍBA 9/04

4º SEROPÉDICA 21/05

5º FRIBURGO 17/06

6º CASIMIRO DE ABREU 9/07

7º MAGE 20/08

8º RIO BONITO 17/09

9º RIO CLARO 22/10

19-11 Rio das Flores Final da Copa essa prova não poderá ser descartada

CAPÍTULO IV – DOS PILOTOS

Art. 10 –  As provas serão disputadas em 6 (seis) categorias:
MASTER, SÊNIOR, JÚNIOR, OVER 50, NOVATOS, DUPLA.

Item 1 – Máster : Os 10 (dez) primeiros do ranking permanecem, mais os 05 (cinco) primeiros da Junior que sobem.

Item 2 – Júnior: Os Júnior que permaneceram somados aos 10 (dez) primeiros da Novatos, sendo que do 6º ao 10º tenha feito 50% das etapas do campeonato, e sobe a critério do piloto (DO 6º AO 10º).

Item 3 – SÊNIOR: Na categoria Sênior, pilotos que irão fazer 40 anos em 2017 já poderão correr esse ano na categoria, mesmo não estando com os 40 anos completo quando começar a copa, e os 5 primeiros da júnior e sobe, e a critério do piloto (DO 6º AO 10º).

Art. 11 – Cada piloto é responsável pela sua inscrição e deverá de participar do campeonato todo em uma mesma categoria, sendo que se o piloto vier a optar pela mudança de categoria durante o campeonato ou for obrigado a isto por qualquer motivo, perderá os pontos da prova em que competiu pela categoria errada.

Art. 12 – É dever de todo piloto e dos membros de sua equipe conhecer e respeitar as disposições contidas no Regulamento Oficial (Geral) para provas de Enduro de Regularidade, no Regulamento Particular de Prova, se houver, e no Presente Regulamento. Cabe-lhes, ainda, manter o mais alto espírito esportivo, para com seus concorrentes, antes, durante e depois da competição. Fica expressamente proibido a qualquer piloto, ou membro de sua equipe, fazer reclamação em publico.

CAPITULO V – DAS MOTOCICLETAS

Art. 13 – As motocicletas, além de atendidas outras exigências fixadas, deverão estar equipadas com 1 (um) “Number Plate” frontal, para fixação da numeração que o organizador fornecer.

CAPITULO VI – DAS INSCRIÇÕES

Art. 14 – O clube organizador só poderá solicitar a recusa da inscrição de um piloto, desde que apresente os motivos, por escrito e assinado por  uma comissão de 03 (três) integrantes da Campeonato Estadual MXF RIO, que aprovará ou não no dia do sorteio da largada.

Art. 15 – As fichas de inscrição deverão ser exibidas sempre que solicitadas.

Art. 16 – Ao se inscrever no site oficial da COPA MXF RIO (https://copavaledocafe.com/), o participante reconhece e aceita automaticamente as exigências regulamentares.

16.1 – A ordem de largada será conhecida através de sorteio. A ordem do sorteio, serão sorteados os 5 primeiros de cada categoria que pagarão suas inscrições no atual campeonato, ou seja, serão sorteados os 5 primeiros de cada categoria e a seguir os demais. Esta ordem deverá ser invertida entre as etapas. Em provas com mais de 2 dias de prova.

Art. 17 – O valor da inscrição será de R$ 100,00 antecipado (Cem reais) e NA SEMANA DA PROVA O VALOR DE R$ 120,00 ate o dia da prova. Fazer a inscrição com antecedência e paga-la, lhe dará o direito de PARTICIPAR DO SORTEIO, os que deixam para pagar na hora largam atrás.

CAPITULO VII – DAS PROVAS

Art. 18 – Não existirá percurso mínimo e nem limite de horas para as provas, cada organizador sabe o que faz. A prova será disputada em duas etapa, para efeito de pontuação da COPA MXF RIO . Será também obrigatório que a equipe organizadora “abra” e “feche” a prova.

18.1 –    A Regional Copa MXF RIO 2017 será composta por 10 (DEZ) provas totalizando 20(VINTE) etapas as quais deverão seguir rigidamente o calendário constante ao final do presente Regulamento. NESSE ANO TEREMOS 4 (QUATRO) DESCARTES, sendo que das 20 etapas, 16 serão validas, não poderá descartar as 2 ultimas etapas que será em RIO DAS FLORES.

18.2 – A largada do 1º piloto da prova deverá ocorrer às 09:01:00. Podendo ser alterada as horas de acordo com o organizador do evento.

Art. 19 – A comissão organizadora da prova, através dos postos de controle “PC”, de tempo, roteiro ou vistoria, procederá ao desenvolvimento e apuração da prova.

19.1- É obrigatória a adoção de PCs AUTOMÁTICO-ELETRÔNICOS com back-up de segurança podendo ser eletrônico ou manual.

Art. 20 – A largada entre um e outro piloto será efetuada com intervalo mínimo de 1 minuto para a categoria Máster, 20 segundos para as demais categorias.

20.1 – Após a realização da 1ª etapa da Copa MXF RIO será criado o Ranking do ano de 2017.

Art. 21 – É obrigatória em cada etapa a adoção de no mínimo 02 (duas) médias de velocidades, sendo uma para a Categoria Máster e outra para as demais categorias. Podendo ser adotada a terceira média para a categoria Novato.

Art. 22 – A planilha será padrão para todas as etapas e será fornecido o modelo pela organização, tipo Road Bock e digital (essa liberada no sábado antes de cada etapa no site da copa).

Art. 23 – A organização da Copa fornecerá jalecos padrão a todos os pilotos inscritos na prova e organizadores, sendo que no  final de cada prova o piloto deverá devolver o jaleco para a organização da prova.

23.1- Em caso de perda de coletes, estes serão substituídos pela organização da Copa e seus custos na substituição serão supridos pelos organizadores da Prova em que ocorreu a perda.

Art. 24 – O neutralizado principal deverá de ser de no máximo 30 (trinta) minutos.

Art. 25 – A velocidade média mínima aceita é de 09 Km/h (nove quilômetro por hora) e a máxima de 60 Km/h (sessenta quilômetros por hora), com exceção do perímetro urbano que deverá ser no máximo de 39 Km/h, sendo que todas as médias não precisam ser obrigatoriamente múltiplas do número 3 (três).

Art. 26 – A tolerância de atraso nos PCs será de 3 (tres)  segundos por PC de atraso e adiantado para todas as categorias, seguindo, no resto, o regulamento geral para provas de enduro de regularidade.

26.2 – “O PC deverá de ser aberto com no mínimo 10’ (dez minutos) de antecedência do tempo ideal de passagem do 1º piloto e fechado após o tempo de 30’05”, (trinta minutos e cinco segundo) contados do horário ideal de passagem do último piloto.

26.3- É obrigação da organização da prova e ou clube organizador, no tempo máximo de 02 (duas) horas após o fechamento do último PC, distribuir a listagem de passagem de cada categoria, possibilitando aos concorrentes a conferência dos lançamentos dos dados, bem como a entrega dos resultados final da prova e troféus no prazo máximo de 01 (uma) hora após a entrega das passagens.

26.4 – É expressamente proibido que pilotos que não estejam devidamente inscritos na prova participem da mesma, devendo o clube organizador coibir esta prática, com fiscais colocados no 1º PC que deverão impedir que estas pessoas continuem na prova.

CAPITULO VIII – CLASSIFICAÇÃO, PONTUAÇÃO E DESCARTES

 Art. 27 – Os pilotos classificados até o 20º  Lugar em cada etapa fará jus, pela ordem, a serem computados para a somatória do ranking, aos seguintes pontos:

 

1º – 25 pontos      9º- 12 pontos      17º – 04 pontos
2º – 22 pontos    10º – 11 pontos     18º – 03 pontos
3º – 20 pontos    11º – 10 pontos     19º – 02 pontos
4º – 18 pontos     12º – 09 pontos   20º – 01 pontos
5º – 16 pontos     13º – 08 pontos
6º – 15 pontos    14º – 07 pontos
7º – 14 pontos    15º – 06 pontos
8º – 13 pontos    16º – 05 pontos    

27.1 – Para que o piloto tenha direito a pontuação acima descrita no capitulo deverá ter passado em mais da 40% dos PCs em cada etapa, caso isso não ocorra, o piloto não marcará pontos.

Art. 28 – Os pilotos que forem membros da comissão organizadora da prova receberão a media dos pontos denominado como DI que será os pontos ganho no decorrer do campeonato, dividido pelo numero de provas que ele participou, exemplo: João fez 80 pontos em 8 provas que ele correu, sendo assim sua DI será de 10. Caso o numero tenha dado quebrado, como exemplo 10,5, nesse caso arredondaremos para cima, 11 pontos.

28.1 – Os pilotos poderão organizar até duas (2) etapas.

Art. 29 – Premiação da Prova será o somatório de pontos perdidos nas duas etapas.

Art. 30 –  Não existe rebaixamento de pilotos.

CAPITULO IX – DA PREMIAÇÃO

Art. 31 – Serão oferecidos troféus‚ pelo clube organizador, a cada prova:

Categorias

Master – 5

Senior – 5

Júnior – 5

Over 50 – 3

Novato – 10

Dupla – 3

Art. 32 – Serão oferecidos troféus dos campeões do ano no final da copa para os 3 primeiros de cada categorias.

CAPITULO X  – DEVERES DA ORGANIZAÇÃO

* São deveres da organização em cada etapa:

* Fornecer trecho específico para aferição da quilometragem ou confeccionar a planilha sem média no primeiro trecho, (deslocamento), o qual servirá como aferição.

* A aferição inicial do hodômetro da moto utilizada para criar o trecho de aferição deverá ser compatibilizado (aferido) com a distancia obtida com equipamento GPS.

* Pelo menos 30 minutos antes da divulgação dos resultados, afixar os horários de passagem de cada categoria, ou distribuir ficha individual de passagem de cada piloto, possibilitando aos concorrentes, a conferência dos lançamentos dos dados.

* Após a divulgação do resultado de cada categoria, deverá apresentar ficha de desempenho da categoria, onde conste os pontos perdidos de TODOS os pilotos em TODOS os PC’s.

* A Organização deve informar, até 60 (sessenta) minutos antes da largada, o critério de médias, tempo seco ou chuva.

* Nas Provas, os pilotos poderão ser penalizados pelas seguintes faltas:

  1. a) Agredir com palavras qualquer membro da organização desclassificação
  2. b) informação errada ou incompleta na ficha de inscrição desclassificação
  3. c) manobras desleais contra outros concorrentes desclassificação
  4. d) troca de moto ou piloto durante a Prova desclassificação
  5. e) alteração, supressão ou inclusão de inscritos no jaleco e/ou adesivos oficiais desclassificação
  6. f) cortar caminho por cima de plantações, cortar cercar e outros atos contra propriedade privada 300 pontos
  7. g) ao chegar no PC (sentido correto), tentar de qualquer forma avisar aos outros pilotos, da localização deste desclassificação.
  8. h) chegar no PC por sentido contrário ou por caminho diferente do roteiro 900 pontos
  9. i) desrespeito às leis de trânsito inclui radar para velocidade máxima. 1.800 pontos
  10. j) pilotagem perigosa, excesso de velocidade, exibicionismo, em localidades habitadas, etc  300 pontos
  11. k) não entregar o GPS no a tempo determinado pela organização Desclassificação
  12. l) tumultuar o trabalho do PC com pedidos insistentes e reclamações 300 pontos
  13. m) caso a Organização exija a devolução da planilha no final da Prova e o piloto não o fizer 900 pontos
  14. n) a moto pilotada sem capacete pelo piloto, mecânico ou qualquer pessoa durante a Prova. Entende-se Prova, a abertura do PC de vistoria de largada até o encerramento do PC de chegada 900 pontos
  15. o) o piloto conduzindo qualquer moto sem o uso adequado do capacete durante a prova. Entende-se prova, desde a abertura do PC de vistoria de largada até o encerramento do PC de chegada 900 pontos
  16. p) O piloto que sofrer duas desclassificações, poderá, a critério da Comissão de Enduro, ter suspensa sua participação em Provas (do Campeonato e extras), pelo prazo de até um ano
  17. q) Procurar informações sobre o roteiro da prova, andar no roteiro da prova antes do inicio da mesma para obter vantagens sobre os concorrentes.
  18. r) O piloto que passar o coletor GPS para outro conduzir na intenção de marcar o track.
  19. s) O piloto que conduzir o coletor GPS de outro piloto com intenção de marcar o track desclassificação

CAPITULO XI – DAS AUTORIDADES DA PROVA

Art. 33 – O Diretor de Prova tem direito de eliminar da mesma, de acordo com parecer do Diretor Técnico, a motocicleta e o piloto  que não estiverem enquadrados nas disposições regulamentares.

Art. 34 –   O Júri da Prova será formado pelo diretor da prova, mais os membros da Comissão Organizadora da etapa da Copa MXF Rio, mais 3 pilotos escolhidos ou indicados por outros pilotos.

Art. 35 – A autoridade julgadora em primeira instância é a comissão organizadora da Copa e pilotos, e em segunda instância‚ o Júri da Prova (diretor de prova).

Art. 37 – Todo e qualquer recurso deverá de ser encaminhado em primeiro lugar ao diretor da prova, em um prazo máximo de até 15 minutos após sair a listagem dos PCs, caso o piloto não entre com seu recurso durante esse prazo, será acatado o resultado final publicado.

Art. 38 O piloto que por algum motivo mecânico ou casual venha se atrasar para sua largada, e o mesmo comunicar a Organização, terá sua relargada analisada pelo diretor de prova. Obs.: se o piloto já largou e passou no 1º pc não terá direito da relargada.

Obs.: No caso de algum imprevisto natural, com rio cheio, barreira ou nova estrada, por exemplo, que impossibilite a passagem ou provoque alguma alteração do roteiro, corre por conta dos concorrentes procurar os meios que o conduzam o mais brevemente ao roteiro original. Seus tempos ideais permanecerão os mesmos, desde que o imprevisto tenha ocorrido a todos os pilotos da categoria. No caso do imprevisto acontecer no meio de uma categoria, os PC’s afetados por esta situação devem ser cancelados para esta categoria, uma vez que não houve igualdade de condições para todos os pilotos da categoria.

* No caso de impossibilidade de continuação no roteiro, por ação de agentes externos à Prova, não identificados em 15., como proprietários dos caminhos ou autoridades policiais serão anulados os PC’s colocados além deste ponto, para as categorias afetadas pelo ocorrido. A critério da Direção de Prova, e de acordo com as características do trajeto e análise do track dos pilotos, os PC’s colocados além do neutro mais próximo, poderão ser validados. No caso de porteira ou similar fechada, onde o piloto pode abrir e passar não haverá bonificação de tempo.

Art.38 – O apurador das provas terá como obrigação:

38.1 –     Distribuir a cada diretor de prova uma ficha contendo todos os dados da prova, que deverá ser devidamente preenchida e entregue até o dia da realização da prova assinada pelo diretor de prova e os organizadores.

38.2 –     Realizar a ordem de largada pela inscrições feitas e pagas, quem se inscrever na frente e pagar na frente, larga na frente.

38.3 –     Confeccionar o ranking da copa.

38.4 –    A organização deverá entregar a relação de pilotos que a compõe até o dia de sua prova. Caso contrário não receberá os pontos de organização para o ranking.

Art. 39 – Este Regulamento é complemento do Regulamento Geral para provas de Enduro de Regularidade. 

 

CRONOMETRAGEM – POSTOS DE CONTROLE

* A cronometragem será feita com base num horário padrão chamado Hora Oficial de Prova

* A Hora Oficial de Prova deve ser apresentada para o competidor em local visível pelo menos 1 hora antes da largada.

* O Horário oficial de prova deve ser sincronizado com a hora de GPS.

* O concorrente terá seu tempo registrado, em aparelho GPS fornecido pela organização da prova.

* Os PC’s poderão ser de roteiro, ou de roteiro e tempo (mistos).

** PC de roteiro visa apenas confirmar a passagem do concorrente, dentro de um intervalo de tempo definido. Será prioritariamente usado em locais de difícil passagem, sujeitos à congestionamentos e também onde haja possibilidade de se cortar caminho. Poderá ser usado dentro de trecho de deslocamentos e será permitido a anotação manual.

* O concorrente terá que chegar no PC, por caminho pertencente ao roteiro e no sentido do deslocamento da Prova. Caso contrário, perde os pontos relativos ao PC de roteiro 900 pontos.

* PC de roteiro vale 900 (novecentos) pontos fixos. Se o concorrente não passar por ele, ou adiantar-se mais do que 5′ 3 ”(cinco minutos e três segundos), ou atrasar-se mais do que 30′ 03″ (trinta minutos e três segundos), ou chegar nele por caminho diferente ou de direção oposta ao roteiro, perde 900 (novecentos)pontos. Excetua-se neste caso, o PC e vistoria, que é regulado conforme o item 7.7.

* O concorrente perde 1 (um) ponto por segundo de atraso em relação há sua hora ideal de passagem pelo PC, descontada a tolerância de 3″ (tres segundos). Além deste tempo de atraso e até 30′ 03″de atraso, serão imputados 900 (novecentos) pontos fixos. Além de 30′ 03″ de atraso, ou não passando no PC, o concorrente perde 1.800 (mil e oitocentos) pontos.

* O concorrente perde 3 (três) pontos por segundo de adianto em relação há sua hora ideal de passagem pelo PC, com margem de tolerância de 3”. Além de 5′ 3”(cinco minutos e três segundos) de adiantamento, o piloto perde 1.800 (mil e oitocentos) pontos.

* A tolerância de passagem no PC (Posto de Cronometragem) será de 3” (três segundos) por  atraso e 3” (três segundos) por adiantamento.

 APURAÇÃO DE DADOS GPS

*A apuração será feita através de equipamentos de rastreamento por satélite. GPS.

*Serão usados os equipamentos de rastreamento via satélite (GPS) no mínimo 02 (dois por piloto). Os equipamentos serão fornecidos pela organização antes da largada da prova e deverão ficar junto ao corpo do competidor dentro do suspensório fornecido pela organização, ou em pochete, bolso e/ou fixado na moto. Se o sistema de apuração selecionar automaticamente o melhor tempo dentre os dois GPS, estes deverão está fixados na moto.

*O GPS poderá ser vistoriado por fiscais da prova devidamente identificados em qualquer momento da prova, solicitando a parada do competidor no local da vistoria.

*O competidor deverá assinar um termo de responsabilidade, no momento da entrega do(s) equipamento(s) onde assume a total responsabilidade sobre o(s) mesmo(s) Caso o competidor não devolva o equipamento, em condições de funcionamento ao final do evento, independentemente do motivo (roubo, perda, danos propositais ou não, etc..) o mesmo deverá reembolsar o valor especificado no termo de responsabilidade para a organização em até no máximo 10 dias corridos

*Os postos de cronometragem serão posicionados no decorrer do roteiro, em posições e quantidades não conhecidas previamente pelos competidores. Eles serão divulgados, através da ficha técnica,logo após a chegada do primeiro competidor de cada categoria.

*A ficha técnica deverá conter: Número do PC, Referencia, Horário Ideal e Coordenadas Geográficas no formato Grau com decimal até 6ª casa, no mínimo.

*Os dados de cada competidor serão coletados por 2 (ou mais) coletor(es) de dados GPS, conforme descrito no item 18.17.1, em todo trajeto da prova, desde a largada até a chegada. A apuração será realizada através dos dados coletados, entre eles: hora com precisão de segundos e posição geográfica (latitude e longitude).

*O coletor de dados será removido na chegada do competidor, ou em outro local especificado pela organização. Se o aparelho não for devolvido no local especificado pela organização em até 30 minutos além do horário ideal do final da prova (de cada competidor) o concorrente será desclassificado, sem direito a reclamação. Será da responsabilidade do competidor a devolução do(s)aparelho(s) mesmo após o prazo, caso contrário será cobrado o valor definido no termo de responsabilidade.

*A coleta de dados será feita em segundos arredondando sempre para o inteiro superior, e expressa no formato hh:mm:ss.

*O equipamento de GPS devera atender as necessidades abaixo.

– Não será permitida nenhuma instalação elétrica no veiculo.

*Poderá haver controle de velocidade máxima em qualquer trecho da prova, os limites quando estabelecidos, serão divulgados na planilha.

*Qualquer pico de velocidade de um competidor acima da velocidade máxima estabelecida no trecho implicará uma penalidade de 300 pontos por pico atingido. Haverá uma tolerância de 10% na velocidade máxima estabelecida e dentro da faixa de tolerância não haverá penalidade.

*Definição de pico de velocidade: Sempre que a velocidade exceder a velocidade máxima acrescida de sua tolerância em mais de 10 segundos seguidos é considerado um pico.

*Caso o competidor use qualquer outro modelo de GPS reserva, o funcionamento do GPS reserva fica sob responsabilidade do competidor, bem como a descarga dos dados e o fornecimento do arquivo com os dados.

*Após os comissários serem notificados da necessidade de dados do GPS Reserva, será fixado em local previamente divulgado no Briefing, nome do piloto que deverá apresentar os dados. O piloto terá 30 minutos para entregar o referido arquivo à Direção de provas, a partir da divulgação.

*A responsabilidade de entrega do arquivo será do piloto ou de um representante que deverá registrar a entrega.

*O arquivo do GPS reserva deverá ser entregue no ambiente onde se realiza a apuração e deve seguir as seguintes indicações: O arquivo deverá ser entregue em “pen drive USB” compatível com Windows XP no formato GTM compatível comTrack Maker versão 13.0 ou superior.

*Os dados devem ser coletados de 1 em 1 segundo

*O nome do arquivo deve seguir um padrão indicado pela responsável pela apuração e deve constar no regulamento complementar.

*Em caso de falha nos GPS em uma das etapas, será atribuído ao competidor a pontuação relativa a uma posição imediatamente inferior a conquistada na outra etapa.

*Em caso de falha nos GPS, nas duas etapas do Enduro, o piloto não terá classificação para efeito de premiação, entretanto pontuará para o Ranking com pontuação igual a média das etapas participadas e não descartadas em todo o campeonato 2017.

 *Os participantes correm por conta e risco próprios, não se responsabilizando a COPA MXF RIO, a Federação, os Organizadores, os Promotores, os Patrocinadores, o Clube Organizador, autoridades desportivas e pessoal em serviço na Prova, por qualquer acidente que lhes venha a ocorrer.

 *Os pilotos eximem o Clube Organizador, os promotores e patrocinadores da Prova de toda e qualquer responsabilidade por dano de qualquer espécie que venha a causar a terceiros e/ou a si próprio, antes, durante e após o desenrolar da competição.

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